
AMOR E ADMIRAÇÃO
Mommentum ad Infinitum
Podemos admirar profundamente uma pessoa, sem, no entanto amá-la. Mas, para amar alguém, devemos nutrir admiração por esta pessoa.
Nenhum amor resiste, quando a admiração acaba. Diariamente somos bombardeados por mágoas, palavras nem sempre doces, provocações, e outras
situações que nos mostram o lado obscuro das pessoas.
Nem sempre o que nos fere, e deixa nosso coração apertadinho, é feito
propositalmente. A pressa que move os seres, faz com que sejam
descuidados. Muitos perderam a delicadeza, e a capacidade de ler o seu próximo,
e já não mais percebem o que machuca, e enche nosso coração de dor.
Isso dói muito. Nem percebem como estamos nos sentindo! Por que não
diminuem os passos deles, e observam nosso íntimo?
No dia seguinte, a mesma coisa. Uma nova bordoada, e mais outra. E o
profundo amor que nutrimos, seja pelo nosso parceiro de jornada, ou pelo
nosso amigo, sofre uma avaria.
Passa a ser um amor que sente fome. Não nos satisfaz plenamente, porque
esperamos gestos. Esperamos que nos compreendam e que se redimam. Mas
isso não acontece.
Então, chega a constatação: As pessoas não reagem, conforme a nossa
concepção sobre o certo e errado. Elas têm sua própria maneira de enxergar
o mundo, e não acham e nem sentem que estão errando.
O que fazer diante disso? Alertá-las? Brigar? Retribuir na mesma moeda,
para ver se acordam?
Cada qual deve encontrar dentro de si, um modo de interromper este
círculo vicioso que se cria, retirar a lança que acertou nossa estrutura
emocional e reverter a situação.
Depois de ter encontrado um modo de fazer os seres perceber que nos
machucam, devemos novamente, achar motivos para admirá-los. A mágoa tem
cores horríveis, é como uma grande mancha negra, que cobre nossa vida,
ofuscando o sol tão lindo que sempre trazemos no sorriso.
Mas, ela é passageira. Acredite nisso. Desde que você tome atitudes
firmes, e sinceras consigo mesmo, para eliminar a causa.
Antes da mágoa, geralmente vem a raiva, outro sentimento corrosivo, que
faz a nossa boca dizer coisas, das quais nos arrependemos depois.
Aceitar os seres como eles são, é uma tarefa muito complicada; uma das
grandes provas da vida. Justificar as atitudes de alguém, e não perder
a admiração que sentimos, também é complicado.
Dificilmente alguém admite que está errado. Nem nós mesmos. Fazer isso
requer humildade e uma avaliação honesta de nossas fraquezas. É mais
fácil ver o erro em nosso espelho, que é nosso próximo. Porém, o reflexo
que vemos nele, nem sempre cabe em nós mesmos.
Ser condescendente? Perdoar? Não, sem antes fazer uma limpeza por
dentro.
Para arrancar a mágoa, usa-se a generosidade. Reacende-se a bondade, e
se vê a outra pessoa com mais brandura.
Faça uma lista das qualidades e dos defeitos dela. Pegue um papel e
caneta e mãos á obra. Escreva. Veja qual coluna cresce mais. Seja sincero.
Não permita que a mágoa que sente, esqueça de conceder um elogio. Agora
veja o resultado e faça uma avaliação. O que sobrou?
Ainda vale á pena apostar nesta pessoa? As qualidades foram maior? ou
os defeitos?
Se foram os defeitos, unicamente você poderá decidir se vale á pena
prosseguir neste caminho. Apenas você pode avaliar se deseja continuar
assim.
Se foram as qualidades, você sem o perceber, reativou a admiração,
juntamente com o amor que sentia. Veja! A grande mancha escura,
vagarosamente está sendo absorvida, por esta coisa linda que nasceu no seu rosto, chamada sorriso.
Desejo que ande devagar o suficiente, para não ser você que, mesmo sem
querer, torne o dia de alguém cinzento. E que tenha grandeza de alma,
para suspirar, perdoar, sabendo que o tempo é um excelente remédio, o
combustível de todos os recomeços.
Mommentum ad Infinitum
Podemos admirar profundamente uma pessoa, sem, no entanto amá-la. Mas, para amar alguém, devemos nutrir admiração por esta pessoa.
Nenhum amor resiste, quando a admiração acaba. Diariamente somos bombardeados por mágoas, palavras nem sempre doces, provocações, e outras
situações que nos mostram o lado obscuro das pessoas.
Nem sempre o que nos fere, e deixa nosso coração apertadinho, é feito
propositalmente. A pressa que move os seres, faz com que sejam
descuidados. Muitos perderam a delicadeza, e a capacidade de ler o seu próximo,
e já não mais percebem o que machuca, e enche nosso coração de dor.
Isso dói muito. Nem percebem como estamos nos sentindo! Por que não
diminuem os passos deles, e observam nosso íntimo?
No dia seguinte, a mesma coisa. Uma nova bordoada, e mais outra. E o
profundo amor que nutrimos, seja pelo nosso parceiro de jornada, ou pelo
nosso amigo, sofre uma avaria.
Passa a ser um amor que sente fome. Não nos satisfaz plenamente, porque
esperamos gestos. Esperamos que nos compreendam e que se redimam. Mas
isso não acontece.
Então, chega a constatação: As pessoas não reagem, conforme a nossa
concepção sobre o certo e errado. Elas têm sua própria maneira de enxergar
o mundo, e não acham e nem sentem que estão errando.
O que fazer diante disso? Alertá-las? Brigar? Retribuir na mesma moeda,
para ver se acordam?
Cada qual deve encontrar dentro de si, um modo de interromper este
círculo vicioso que se cria, retirar a lança que acertou nossa estrutura
emocional e reverter a situação.
Depois de ter encontrado um modo de fazer os seres perceber que nos
machucam, devemos novamente, achar motivos para admirá-los. A mágoa tem
cores horríveis, é como uma grande mancha negra, que cobre nossa vida,
ofuscando o sol tão lindo que sempre trazemos no sorriso.
Mas, ela é passageira. Acredite nisso. Desde que você tome atitudes
firmes, e sinceras consigo mesmo, para eliminar a causa.
Antes da mágoa, geralmente vem a raiva, outro sentimento corrosivo, que
faz a nossa boca dizer coisas, das quais nos arrependemos depois.
Aceitar os seres como eles são, é uma tarefa muito complicada; uma das
grandes provas da vida. Justificar as atitudes de alguém, e não perder
a admiração que sentimos, também é complicado.
Dificilmente alguém admite que está errado. Nem nós mesmos. Fazer isso
requer humildade e uma avaliação honesta de nossas fraquezas. É mais
fácil ver o erro em nosso espelho, que é nosso próximo. Porém, o reflexo
que vemos nele, nem sempre cabe em nós mesmos.
Ser condescendente? Perdoar? Não, sem antes fazer uma limpeza por
dentro.
Para arrancar a mágoa, usa-se a generosidade. Reacende-se a bondade, e
se vê a outra pessoa com mais brandura.
Faça uma lista das qualidades e dos defeitos dela. Pegue um papel e
caneta e mãos á obra. Escreva. Veja qual coluna cresce mais. Seja sincero.
Não permita que a mágoa que sente, esqueça de conceder um elogio. Agora
veja o resultado e faça uma avaliação. O que sobrou?
Ainda vale á pena apostar nesta pessoa? As qualidades foram maior? ou
os defeitos?
Se foram os defeitos, unicamente você poderá decidir se vale á pena
prosseguir neste caminho. Apenas você pode avaliar se deseja continuar
assim.
Se foram as qualidades, você sem o perceber, reativou a admiração,
juntamente com o amor que sentia. Veja! A grande mancha escura,
vagarosamente está sendo absorvida, por esta coisa linda que nasceu no seu rosto, chamada sorriso.
Desejo que ande devagar o suficiente, para não ser você que, mesmo sem
querer, torne o dia de alguém cinzento. E que tenha grandeza de alma,
para suspirar, perdoar, sabendo que o tempo é um excelente remédio, o
combustível de todos os recomeços.
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